Home » Trailblazer é um carro típico de presente de Ano Novo

Trailblazer é um carro típico de presente de Ano Novo

TrailBlazer Chevrolet

Só pelo ronco do motor a diesel e pela distância da cabine para o solo (que exige aquela esticada de perna) já dá pra sentir que a versão SUV da picape S10, rebatizada de Chevrolet TrailBlazer, mudou completamente em relação à geração antiga, a apenas Blazer. Quem gostava do jeitão bruto de camburão da antiga vai se impressionar com o upgrade que o utilitário esportivo ganhou, desde as lanternas formadas cuidadosamente por LEDs até o interior de conforto superior, que justifica o posicionamento acima da Captiva.

A versão topo de linha LTZ, testada pelo G1, é equipada com motor 2.8 Turbodiesel CTDI de 180 cavalos de potência máxima a 3.800 giros e 47,9 kgfm de torque a 2.000 rpm. Ela sai com preços a partir de R$ 175.450, um valor que pode espantar quem ainda tem a Blazer em mente, mas que, na verdade, está dentro do segmento com o qual ela lida — veja na tabela acima os concorrentes. O principal rival desta versão é o Toyota Hilux SW4 3.0, que não sai por menos de R$ 181.000.

Para quem optar pelo motor V6 3.6 VVT a gasolina, pagará a partir de R$ 145.450 e terá 239 cv a 6.600 rpm e 33,5 kgfm a 3.200, mas sem a graça do ronco e da economia  do motor a diesel. Todas as versões têm acabamento topo de linha LTZ. Isso significa que elas vêm de série com freios ABS com EBD, controles de tração e estabilidade, ar-condicionado digital, computador de bordo, piloto automático com comandos no volante, rodas aros 18 com pneus 265/60R18, sistema premium de som, incluindo rádio double din com CD Player, MP3, Bluetooth, entrada mini-USB e entrada auxiliar, quatro tomadas de 12V, entre outros itens.

Como a cabine é um ambiente onde o motorista terá de conviver por horas, os detalhes tão pequenos entre os dois começam a aparecer na primeira viagem. O que faz despertar a dúvida sobre o investimento de R$ 175.450 é o acabamento interno. O interior recebeu detalhes que até superam a S10 LTZ, mas o uso de plásticos bem “ok”, com algumas rebarbas à vista, decepciona. Especialmente quando você puxa os porta-copo embutidos no painel ou abre o compartimento entre os dois bancos que, no mínimo, deveria oferecer uma geladeirinha. Ao contrário, é abrir o porta-treco que nem dá vontade de colocar uma bolacha sequer.

Os bancos claros são bem bonitos e ampliam o ambiente. Por outro lado, embora seja fácil limpar assentos de couro, entrar no carro com calça jeans suja de barro vermelho (bem brasileiro) e botas cheias de lama não é uma boa ideia.

 

Para ler mais notícias, clique em www.blogdalider.com.br. Informações sobre a LiderBH visite nosso site. Siga-nos no Twitter e Facebook

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *