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Muscle car é para poucos

Ter um muscle car no Brasil é para poucos. No caso do Chevrolet Camaro, apenas 2.910 motoristas afortunados rodam por aí com o modelo que virou hit de uma dupla sertaneja recentemente. Isso porque o veículo é o único do nicho trazido por uma montadora oficial. Dodge e Ford não têm planos para trazer Challenger e Mustang, respectivamente, modelos que fariam frente ao icônico veículo da GM, que teve nova geração como conceito em 2006, e estreou mundo afora a partir de 2008.


Por aqui, os motoristas que estão como diz a música da dupla Munhoz e Mariano, “tirando onda de Camaro amarelo” tiveram que esperar por, no mínimo, 60 dias. “Tivemos uma aceitação muito grande com esse produto e existe uma lista de espera, principalmente para cores especiais”, diz Gustavo Colossi, diretor de marketing da Chevrolet. De acordo com o executivo, o público-alvo do modelo, além de ótima condição econômica, veem o bólido como um objeto de desejo. “Muitos deles cresceram sonhando em dirigir um desses. Ou moraram fora do País e já dirigiram. São pessoas que usam o carro para viagens ou para passear no final de semana”, diz ele, completando que, apesar de o Camaro não ter um muscle car como concorrente, o veículo disputa espaço com a compra de barcos ou viagens. “Ele está posicionado em uma lista de desejos, dentro de uma lista de sonhos”, afirma.
A Chevrolet comercializa o Camaro no Brasil em única versão SS, com motor V8 de 408 cavalos de potência, por R$ 203 mil. E, por enquanto, de acordo com a marca, não existe a possibilidade da vinda de uma outra versão. “Quando foi discutido a vinda do Camaro, chegamos a conclusão que o consumidor brasileiro queria um carro com tudo, por isso fizemos o trabalho na versão de maior performance”, explica Colossi.
De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave, 536 unidades do Camaro foram emplacadas de janeiro a agosto deste ano.  O bom número de vendas do Camaro superou as expectativas da marca. Mas o executivo da fabricante discorda quando é questionado se o hit que colocou o Camaro amarelo nas paradas refletiu em vendas, de alguma forma. “A música é um sucesso por causa do carro. Acredito que não tenha influenciado nas vendas, já que os números eram satisfatórios antes de tudo acontecer”.

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