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Cobalt 1.8 é versão com injeção de ânimo

Há cerca de um ano, o Cobalt dava às caras por aqui. Ele chegou para jogar no time dos sedãs compactos com boa relação custo-benefício e, desde a estreia, caiu no gosto dos brasileiros. Boa pedida para consumidores que fazem aquisições racionais, o Cobalt se destaca pelo amplo espaço interno, oferece conforto aos ocupantes, utiliza plataforma moderna, para citar apenas alguns atributos. Assim, não demorou muito para começar a virar moda até entre os taxistas, algo que a General Motors comemorou.

Cobalt 1.8 na Chevrolet

A nova opção de motorização é o 1.8 Econo.Flex, que rende 108 cv (etanol) e 17.1 kgfm de torque. Isso quer dizer, que ele ganhou modestos 6 cv. Já o aumento considerável de 4 kgfm de torque é o principal responsável por fazer o motorista notar o ganho de energia nas acelerações.

Já a transmissão de seis velocidades também é conhecida na família Chevrolet e está presente na minivan, além da dupla Cruze e Sonic. Vale frisar, que nenhum de seus principais rivais conta com esse tipo de tecnologia: Fiat Grand Siena e Volkswagen Voyage têm opção de transmissão automatizada, enquanto o Nissan Versa oferece somente a manual.

Na configuração LT 1.8 e câmbio automático, o sedã parte de R$ 46.690, enquanto na topo de linha LTZ 1.8, o preço sobe para R$ 49.990. Para se diferenciar do modelo que traz sob o capô o motor 1.4 (que continua sendo oferecido), o Cobalt 1.8 conta com alguns diferenciais no visual, como um discreto aerofólio fixo na tampa do porta-malas, lanternas traseiras com acabamentos cromados, enquanto os farois dianteiros exibem acabamento em dark chrome, caracterizado por máscaras levemente escurecidas (este ítem apenas na versão LTZ). No canto esquerdo da tampa traseira há ainda uma plaqueta que indica a presença do câmbio automático, batizado de AT6 Speed.

Uma das características dos sedãs compactos com boa relação custo-benefício é o pacote de série farto. No caso do Cobalt, não é diferente e ele já sai de fábrica com ar condicionado, direção hidráulica, travas e vidros elétricos (dianteiros), freios ABS e airbags dianteiros, além de controle de cruzeiro. Na versão LTZ há ainda vidros traseiros elétricos, espelhos elétricos, volante com teclas de comandos do som, roda de 15 polegadas, acabamentos cromados no painel e sensor de estacionamento.

Cobalt 1.8 Chevrolet

Como anda o automático

Se você já guiou o Cruze, Sonic e a Spin sabe que essa transmissão é bem acertada. No Cobalt, somada ao motor mais forte, casou bem. O resultado é que na cidade, o sedã não sofre mais com a falta de ânimo, como acontece com o Cobalt 1.4 e ainda entrega o vigor que faltava na hora de fazer ultrapassagens e arrancar.

É claro que também ficou mais confortável rodar nos congestionamentos sem ter que se preocupar em trocar as marchas, enquanto o pé esquerdo segue descansando. Para quem se preocupa com os trancos típicos das transmissões automáticas, uma boa notícia: no Cobalt isso não é um problema, já que as trocas são suaves. Em alguns momentos, porém o sistema faz reduções desnecessárias.

Já quem curte poder domar o carro em certas situações, fazendo as trocas de forma manual, vai gostar de saber que há essa opção. As trocas podem ser feitas por meio de botões, localizados na própria alavanca (com os símbolos + e -), iguais aos da Captiva, Spin e Sonic. Há quem ache o sistema nada intuitivo e pouco prático, mas aí é questão de gosto. Borboletas atrás do volante são sempre bem-vindas, uma pena que a Chevrolet não tenha pensado dessa forma.

Cobalt 1.8 Chevrolet

 

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